Essa Pessoa que faria aniversário hoje, Pessoa geminiana que se multiplicou na literatura e em seus versos. Fernando Pessoa, esse poeta português que sempre tem uma frase, uma palavra colocada na hora certa para eu ler. Assim, o “Amo como ama o amor. Não conheço nenhuma outra razão para amar senão amar. Que queres que te diga, além de que te amo, se o que quero dizer-te é que te amo?”.Eu poderia ficar aqui falando de um pouco da vida dele, da vida de seus heterônimos ou do seu interesse pelo ocultismo, mas isso, em qualquer site acharemos, é só digitar seu nome no Google, hoje com uma homenagem a ele na sua página. Prefiro somente declarar discretamente meu amor por ele e pelas poesias que lembro constantemente. Oras, poeta, como posso esquecer tudo que é assinado por você e por suas tantas pessoas? Se esquecesse, como justificaria minha gula por chocolate, quando sempre ouço a voz de Álvaro de Campos dizendo que é a coisa mais metafísica que existe?
Eu continuarei fingindo a minha dor, também. Destarte viverei em poesia uma vida que escolho sentir mais, porque “sentir é criar. Sentir é pensar sem ideias, e por isso sentir é compreender, visto que o universo não tem ideias.” Sendo isso, eu compreendo os seus mundos, pois “tenho em mim todos os sonhos do mundo”.
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